Era final de semana. Alessandra se levanta da cama. Seu marido está do seu lado. Ela tinha um belo sorriso no rosto e suspira com alegria. Ela se vira para o relógio na cabeceira da cama e se assusta. Se levanta e passar a trocar de roupa e acordando o marido com um cutucão no pé.
- Reinaldo acorda. Já é muito tarde.
- É final de semana Alessandra. Deixe-me em paz. - Diz ele resmungando ainda de olhos fechados.
- Minha irmã vem almoçar hoje com agente Reinaldo. E você vai trata-la super bem está me ouvindo.
Ela sai para a cozinha já com um belo vestido e penteando os cabelos. Reinaldo de cuecas e meias no pés sai para sala e se senta no sofá. Ela nervosa fala:
- Vai vestir sua roupa Reinaldo. Eu vou fazer uma lista para você fazer as compras.
- Deixa eu pelo menos lanchar? - Diz Reinaldo ligando a televisão.
Alessandra colocando a rabinha de café no fogo vai até o marido na sala desliga a televisão e fala com um sorriso meigo no rosto.
- Que eu saiba agente não lancha o canal de esportes da televisão. Vai trocar de roupa enquanto eu preparo o lanche e a lista de compras por favor Reinaldo!
Reinaldo logo sai arrumado, com a lista de compras nas mãos deixando Alessandra sozinha se despedindo do marido. Logo um carro para diante dela. E um senhor e uma senhora desse do carro, ao lado de um menino de dez anos.
- Violeta você chegou cedo! - Diz Alessandra com carinho para a irmã. Uma senhora também muito bem arrumada, com enormes brincos na orelha e um vestido todo florido bem apertado ao corpo. Ela abraça a irmã. - Que bom que veio.
-Não tinha como recusar um pedido de minha irmã. - Diz ela alegre.
O senhor, um homem alto, com cabelo grisalho e usando um moletom xadrez se aproxima de Alessandra e também a abraça com carinho.
- Espero que Reinaldo tenha visto o jogo ontem na televisão.
- Aquele lá não perde um Thales. O futebol é a vida dele. - E Alessandra se vira para o menininho com camiseta com listras coloridas. - E quem é esse menininho lindo.
- É o filho da Margarida. - Diz Violeta com um sorriso. - Não se lembra dele?
- O Maicou. Mas já está desse tamanho? - Pergunta Alessandra com um grande sorriso olhando para o menino que timidamente segurava a mão da avó. Mas a avó fala séria:
- Cumprimente a sua tia avó Maicou Jiéquisom!
- Oi. - Responde o garotinho tímido.
- Mas vamos entrar gente. - Diz Alessandra rindo e entrando em casa junto das visitas e ela vai cumprimentando.
- Mas me conta aonde sua filha foi achar um nome desses para o filho?
Já tomando um café na sala, muito bem arrumada, Alessandra ouvia com calma o porque da sobrinha achar um nome tão diferente para o filho. O relato era feito por Violeta
- Ela gostava muito do músico. Mas o marido dela é muito certinho em alguns pontos. E tremendamente brasileiro. E não gostou de colocar nome americano no filho e por isso resolveu colocar o nome do menino abrasileirado.
- Ficou original não é? - Diz Alessandra rindo. Mas vendo que o menino começava a desfiar o carpete de sua sala. Violeta vê e solta um grito.
- Larga o tapete de sua tia menino!
Alessandra sem jeito se levanta falando:
- Deixa Violeta. Eu nem gostava tanto assim desse carpete. - Ela se vira para o controle remoto e liga a televisão e entrega para Thales falando: - Fica à vontade Thales. O Reinaldo já deve estar chegando. A Violeta vai me ajudar um pouquinho na cozinha.
Quando elas vão sair para a cozinha Reinaldo abre a porta de casa com um monte de sacolas na mão e uma bilhete na outra mão.
- Alguém deixou esse bilhete grudado na nossa porta. - As duas senhoras param estranhando.
Alessandra pega o bilhete e começa a ler enquanto Reinaldo cumprimenta as visitas:
" Sr e Sra Henzel, vinhemos por meio deste bilhete lhe informar que vocês foram escolhidos entre vários candidatos para serem cobaias de um experimento revolucionário em meio a ciência.
Desde vários milhões de anos o homem tenta contato com o outro lado da vida. A morte sempre foi um tema cheio de discussões e lhe informamos que finalmente essas discussões serão caladas porque temos a resposta. As pessoas quando morrem vão para um outro universo, onde eles nos veem. Veem o que fazemos, porém nos não o vemos. Ficam no nosso mundo só que invisíveis E queremos dar a oportunidade para você e seu marido de verem eles através de uma invenção feita pela Faculdade de Ciências de Erotildes. Sabemos que perderam seus filhos a alguns anos e daremos a vocês o meio de acha-los.
Nos encontre na faculdade na data e no local informado a baixo."
- Alessandra? Está pálida! O que tem nessa carta?
Alessandra olha apavorada para todos, mas logo abre um grande sorriso escondendo a carta atrás das costas e com um sorriso fala:
- Contas para pagar como sempre. Vamos a cozinha Violeta?
- Reinaldo acorda. Já é muito tarde.
- É final de semana Alessandra. Deixe-me em paz. - Diz ele resmungando ainda de olhos fechados.
- Minha irmã vem almoçar hoje com agente Reinaldo. E você vai trata-la super bem está me ouvindo.
Ela sai para a cozinha já com um belo vestido e penteando os cabelos. Reinaldo de cuecas e meias no pés sai para sala e se senta no sofá. Ela nervosa fala:
- Vai vestir sua roupa Reinaldo. Eu vou fazer uma lista para você fazer as compras.
- Deixa eu pelo menos lanchar? - Diz Reinaldo ligando a televisão.
Alessandra colocando a rabinha de café no fogo vai até o marido na sala desliga a televisão e fala com um sorriso meigo no rosto.
- Que eu saiba agente não lancha o canal de esportes da televisão. Vai trocar de roupa enquanto eu preparo o lanche e a lista de compras por favor Reinaldo!
Reinaldo logo sai arrumado, com a lista de compras nas mãos deixando Alessandra sozinha se despedindo do marido. Logo um carro para diante dela. E um senhor e uma senhora desse do carro, ao lado de um menino de dez anos.
- Violeta você chegou cedo! - Diz Alessandra com carinho para a irmã. Uma senhora também muito bem arrumada, com enormes brincos na orelha e um vestido todo florido bem apertado ao corpo. Ela abraça a irmã. - Que bom que veio.
-Não tinha como recusar um pedido de minha irmã. - Diz ela alegre.
O senhor, um homem alto, com cabelo grisalho e usando um moletom xadrez se aproxima de Alessandra e também a abraça com carinho.
- Espero que Reinaldo tenha visto o jogo ontem na televisão.
- Aquele lá não perde um Thales. O futebol é a vida dele. - E Alessandra se vira para o menininho com camiseta com listras coloridas. - E quem é esse menininho lindo.
- É o filho da Margarida. - Diz Violeta com um sorriso. - Não se lembra dele?
- O Maicou. Mas já está desse tamanho? - Pergunta Alessandra com um grande sorriso olhando para o menino que timidamente segurava a mão da avó. Mas a avó fala séria:
- Cumprimente a sua tia avó Maicou Jiéquisom!
- Oi. - Responde o garotinho tímido.
- Mas vamos entrar gente. - Diz Alessandra rindo e entrando em casa junto das visitas e ela vai cumprimentando.
- Mas me conta aonde sua filha foi achar um nome desses para o filho?
Já tomando um café na sala, muito bem arrumada, Alessandra ouvia com calma o porque da sobrinha achar um nome tão diferente para o filho. O relato era feito por Violeta
- Ela gostava muito do músico. Mas o marido dela é muito certinho em alguns pontos. E tremendamente brasileiro. E não gostou de colocar nome americano no filho e por isso resolveu colocar o nome do menino abrasileirado.
- Ficou original não é? - Diz Alessandra rindo. Mas vendo que o menino começava a desfiar o carpete de sua sala. Violeta vê e solta um grito.
- Larga o tapete de sua tia menino!
Alessandra sem jeito se levanta falando:
- Deixa Violeta. Eu nem gostava tanto assim desse carpete. - Ela se vira para o controle remoto e liga a televisão e entrega para Thales falando: - Fica à vontade Thales. O Reinaldo já deve estar chegando. A Violeta vai me ajudar um pouquinho na cozinha.
Quando elas vão sair para a cozinha Reinaldo abre a porta de casa com um monte de sacolas na mão e uma bilhete na outra mão.
- Alguém deixou esse bilhete grudado na nossa porta. - As duas senhoras param estranhando.
Alessandra pega o bilhete e começa a ler enquanto Reinaldo cumprimenta as visitas:
" Sr e Sra Henzel, vinhemos por meio deste bilhete lhe informar que vocês foram escolhidos entre vários candidatos para serem cobaias de um experimento revolucionário em meio a ciência.
Desde vários milhões de anos o homem tenta contato com o outro lado da vida. A morte sempre foi um tema cheio de discussões e lhe informamos que finalmente essas discussões serão caladas porque temos a resposta. As pessoas quando morrem vão para um outro universo, onde eles nos veem. Veem o que fazemos, porém nos não o vemos. Ficam no nosso mundo só que invisíveis E queremos dar a oportunidade para você e seu marido de verem eles através de uma invenção feita pela Faculdade de Ciências de Erotildes. Sabemos que perderam seus filhos a alguns anos e daremos a vocês o meio de acha-los.
Nos encontre na faculdade na data e no local informado a baixo."
- Alessandra? Está pálida! O que tem nessa carta?
Alessandra olha apavorada para todos, mas logo abre um grande sorriso escondendo a carta atrás das costas e com um sorriso fala:
- Contas para pagar como sempre. Vamos a cozinha Violeta?
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