Uma mulher de óculos de grau, cabelos finos e bagunçados estava sentada numa mesa de escritórios em meio a um monte de pastas e papeladas. Ela estava concentrada lendo um monte de papeis e fazendo anotações.
Ela pega alguns papeis e joga no chão a procura de algo. Logo ela acha o suporte do telefone e pelo fio grudado nele vai puxando até que não tem mais como puxar. Ela de joelhos caminho até onde o fio tá preso. E ainda lendo um dos arquivos se deita de bruços no chão em meio a papelada espalhada e deixa o telefone chamando. Até que uma voz feminina e muito sonolenta atende o telefone:
- Alô?
- Cláudia? Tudo bem? É a Patricia.
- Patricia? Que horas são.
- Eu não sei. Mas sei que estava lendo aqui e descobri uma chance para a Firmina ganhar a herança de Rocio.
- Não dava mesmo para esperar chegar ai no escritório amanhã de manhã?
Patricia se levanta ficando sentada no chão e surpresa e muito triste.
- Tem razão amiga. Desculpa. É que eu fiqu...
- Vai dormir Patricia. - diz Cláudia desligando o telefone.
Patricia fica triste mais logo começa a morder os lábios inferiores e pula para a sua mesa novamente e começa a escrever num papel.
Do seu lado numa outra mesa está Porcelia e um homem nervoso sentado em sua mesa.
- Foi isso mesmo que eu ouvi? Aquela nojenta da Firmina quer um pouco da minha herança?
- Senhor Roceo se concentre no seu caso depois da morte. Esse caso é dos vivos e não tem mais nada a ver com o senhor.
Porcelia está digitando algo num computador e fala séria:
- Senhor Roceo é senhor não tem dever nenhum com nenhuma das mulher. É o senhor que decidi com que vai ficar. Com a Kedna ou com a Rosangela.
- Eu quero ficar com a Rosangela. Ela que foi meu primeiro amor. Mas a Kedna preparou até uma festa com a minha família quando cheguei. E ela quer uma cerimonia para revitalizar os votos de casamento. Sem contar que a mamãe me pressiona a ficar com a Kedna.
- Mas isso não é aqui que o senhor tem que resolver. Por um acaso o senhor voltou a reencontrar a Rosangela.
- Sim. Nos conversamos um pouco no supermercado. Está morando na pensão. Os pais dela moram longe e ela me esperou esse tempo todo.
- Ela falou isso para o senhor?
- Não falou... mas se ela ficou aqui em Erotildes e não voltou para a cidade dela com os pais é porque me esperou.
- Converse com a Rosangela senhor Roceo. Se você quiser ficar com ela e ela com você podemos pedir uma medida preventiva para a Kedma afastar do senhor. Mas isso é um problema para ser resolvido entre vocês e não na justiça.
Roceo sai chateado. E Porcelia sozinha no escritório olha para Patricia escrevendo no caderno triste.
- Até agora não foi dormir menina. Uma hora dá um treco em você e você vem ser minha auxiliar aqui em.
De repente chega na sala um homem com um grande sorriso.
- Porcelia?
- Entra Galeno.
- Tenho uma fofoca pra você. - Diz ele rindo e entrando na sala.
- O que ouve?
- Você sabe da super lotação da cidade né? - Pergunta Galeno com grande alegria e se sentando na cadeira do outro lado da mesa.
- Sim. Agente vê isso todos os dias Galeno.
- Porcelia, o meu bisavô recebeu uma junta de assinaturas contra a Sheron. Querem que ela aluga os quartos da mansão dela.
- Jura? Vai ser uma briga feia.
- E o juiz Xico já falou que sem duvida ela vai querer contratar é a melhor advogada de toda a cidade.
- Meu Deus. Mais essa pra mim Galeno.
De repente uma senhora entra pela porta. Porcelia e Galeno olham assustados para senhora. Ela estava com olhar triste e olha para Patricia.
- Filha, vem dormir. Está tarde.
- Já estou indo mãe. Eu juro que é a ultima anotação.
A velhinha fecha a porta novamente.
- Coitada da dona Giselda. Não é fácil ver a filha perder a juventude num escritório. Ela não sai pra nada.
- Acho que ela se protege das rigorosas leias da sociedade em questão de padrões femininos se concentrando no trabalho. Parecida com alguém. - Diz ele se virando para Porcelia.
- É... Eu fui muito igual a ela quando era viva. Agora não posso ter filhos.
-Mas pode ter um grande amor Porcelia. E também pode adotar. Está cheio de crianças sem auxilio de familiares no orfanato.
- Não é a mesma coisa Galeno. Se pelo menos eu encontrasse alguém.
- As vezes essa pessoa está bem mais próxima do que você pensa Porcelia. - Fala Galeno romantico.
Porcelia percebe e se levanta nervosa e fala com carinho.
- Galeno eu já te falei que você é apenas um amigo.
- Mas não precisa ser Porcelia. Temos tanto em comum.
- Não Galeno. Eu não posso. - Diz ela mais séria.
Galeno abre um sorriso e fala:
- Tudo bem. Eu tenho a eternidade inteira para te atormentar.
Porcelia rindo da piada do amigo fala:
- E vou adorar ser atormentada a eternidade inteira por você Galeno. Mas como amigos.
Ela pega alguns papeis e joga no chão a procura de algo. Logo ela acha o suporte do telefone e pelo fio grudado nele vai puxando até que não tem mais como puxar. Ela de joelhos caminho até onde o fio tá preso. E ainda lendo um dos arquivos se deita de bruços no chão em meio a papelada espalhada e deixa o telefone chamando. Até que uma voz feminina e muito sonolenta atende o telefone:
- Alô?
- Cláudia? Tudo bem? É a Patricia.
- Patricia? Que horas são.
- Eu não sei. Mas sei que estava lendo aqui e descobri uma chance para a Firmina ganhar a herança de Rocio.
- Não dava mesmo para esperar chegar ai no escritório amanhã de manhã?
Patricia se levanta ficando sentada no chão e surpresa e muito triste.
- Tem razão amiga. Desculpa. É que eu fiqu...
- Vai dormir Patricia. - diz Cláudia desligando o telefone.
Patricia fica triste mais logo começa a morder os lábios inferiores e pula para a sua mesa novamente e começa a escrever num papel.
Do seu lado numa outra mesa está Porcelia e um homem nervoso sentado em sua mesa.
- Foi isso mesmo que eu ouvi? Aquela nojenta da Firmina quer um pouco da minha herança?
- Senhor Roceo se concentre no seu caso depois da morte. Esse caso é dos vivos e não tem mais nada a ver com o senhor.
Porcelia está digitando algo num computador e fala séria:
- Senhor Roceo é senhor não tem dever nenhum com nenhuma das mulher. É o senhor que decidi com que vai ficar. Com a Kedna ou com a Rosangela.
- Eu quero ficar com a Rosangela. Ela que foi meu primeiro amor. Mas a Kedna preparou até uma festa com a minha família quando cheguei. E ela quer uma cerimonia para revitalizar os votos de casamento. Sem contar que a mamãe me pressiona a ficar com a Kedna.
- Mas isso não é aqui que o senhor tem que resolver. Por um acaso o senhor voltou a reencontrar a Rosangela.
- Sim. Nos conversamos um pouco no supermercado. Está morando na pensão. Os pais dela moram longe e ela me esperou esse tempo todo.
- Ela falou isso para o senhor?
- Não falou... mas se ela ficou aqui em Erotildes e não voltou para a cidade dela com os pais é porque me esperou.
- Converse com a Rosangela senhor Roceo. Se você quiser ficar com ela e ela com você podemos pedir uma medida preventiva para a Kedma afastar do senhor. Mas isso é um problema para ser resolvido entre vocês e não na justiça.
Roceo sai chateado. E Porcelia sozinha no escritório olha para Patricia escrevendo no caderno triste.
- Até agora não foi dormir menina. Uma hora dá um treco em você e você vem ser minha auxiliar aqui em.
De repente chega na sala um homem com um grande sorriso.
- Porcelia?
- Entra Galeno.
- Tenho uma fofoca pra você. - Diz ele rindo e entrando na sala.
- O que ouve?
- Você sabe da super lotação da cidade né? - Pergunta Galeno com grande alegria e se sentando na cadeira do outro lado da mesa.
- Sim. Agente vê isso todos os dias Galeno.
- Porcelia, o meu bisavô recebeu uma junta de assinaturas contra a Sheron. Querem que ela aluga os quartos da mansão dela.
- Jura? Vai ser uma briga feia.
- E o juiz Xico já falou que sem duvida ela vai querer contratar é a melhor advogada de toda a cidade.
- Meu Deus. Mais essa pra mim Galeno.
De repente uma senhora entra pela porta. Porcelia e Galeno olham assustados para senhora. Ela estava com olhar triste e olha para Patricia.
- Filha, vem dormir. Está tarde.
- Já estou indo mãe. Eu juro que é a ultima anotação.
A velhinha fecha a porta novamente.
- Coitada da dona Giselda. Não é fácil ver a filha perder a juventude num escritório. Ela não sai pra nada.
- Acho que ela se protege das rigorosas leias da sociedade em questão de padrões femininos se concentrando no trabalho. Parecida com alguém. - Diz ele se virando para Porcelia.
- É... Eu fui muito igual a ela quando era viva. Agora não posso ter filhos.
-Mas pode ter um grande amor Porcelia. E também pode adotar. Está cheio de crianças sem auxilio de familiares no orfanato.
- Não é a mesma coisa Galeno. Se pelo menos eu encontrasse alguém.
- As vezes essa pessoa está bem mais próxima do que você pensa Porcelia. - Fala Galeno romantico.
Porcelia percebe e se levanta nervosa e fala com carinho.
- Galeno eu já te falei que você é apenas um amigo.
- Mas não precisa ser Porcelia. Temos tanto em comum.
- Não Galeno. Eu não posso. - Diz ela mais séria.
Galeno abre um sorriso e fala:
- Tudo bem. Eu tenho a eternidade inteira para te atormentar.
Porcelia rindo da piada do amigo fala:
- E vou adorar ser atormentada a eternidade inteira por você Galeno. Mas como amigos.
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