Num laboratório um homem acende uma chama num pequeno aparelho chamado Bico de Bunsen. E coloca um tubo com um liquido dentro. Soltando um fumaça. Essa fumaça vai para dentro de um outro vidro intubado no outro e o homem o desconecta do outro vidro e leva para perto do nariz. Cheirando o vidro o homem, de rosto quadrado e de óculos de aros redondos vai até uma maquina. Um tipo de moldura de espelho redondo metalizado. Ele aperta um interruptor do lado e começa a surgir raios no meio da moldura e no meio dos raios surge a figura de Drica.
- Está me ouvindo claramente Drica?
- Sim Sérgio. Estou te ouvindo. - Ele cheira mais uma vez o produto no vidro e fala:
- Finalmente, depois de anos de pesquisas o nosso projeto é um sucesso!
- Não tinha como não ser meu amor. - Diz ela com um grande sorriso no rosto. - Você deu a própria vida por ele.
Ele com um sorriso fala:
- Quem diria? Que em meio aos universos paralelos existia um em que as pessoas quando morriam iam para ele.
- Pense no que ganharemos com isso Sérgio. Nossos nomes ficara para a história. Ligando um mundo ao outro.
- Valeu a pena tudo meu amor. Desde meu suicídio para vir para esse mundo e trabalhar nesse maquina até seu casamento com o milionário Sidney para o financiamento das pesquisas.
- Quando vamos revelar nosso experimento para o mundo Sergio?
- Calma meu amor. Temos muito o que provar ainda. Não podemos simplesmente dizer que ultrapassamos a barreira da morte. Teremos que provar. - Diz Sergio pegando uma agenda com anotações. - O próximo passo será arrumar uma outra pessoa para conversar com seu ente querido. Filmaremos e soltaremos tanto em um mundo quanto no outro.
- Isso sem contar as várias pesquisas em outros universos que poderemos fazer. - Diz Drica que estava de óculos também e muito entretida com tudo que falava.
- Por isso temos que tomar cuidado com a mídia Drica. Alguém pode roubar nossas pesquisas. Calou a boca daquela menina que nos seguiu aquele dia?
- Que raiva que me dá só de sitar naquela intrometida. - Diz Drica nervosa. - Mas ela está controlada por enquanto.
- Resolva isso Drica. - Diz Sergio firmemente. - Eu já achei alguém que possa ser nossa cobaia. O nome dele é Gabael Henzel Inacio. Seu trabalho será chamar os pais deles para um contato. O nome deles são Alessandra Inacio Henzel Losekann e Reinaldo Henzel Krug. Aja da forma mais imperceptível possível.
- Pode deixar meu amor. Vou fazer tudo direitinho. Adeus meu amor. Até breve.
Drica desliga a maquina e tira o óculos. Estava sozinha na faculdade. E sorrindo se rememora de como chegou até lá.
Das interessantes aulas de universo paralelo na faculdade. De como logo se identificou com Sergio nos trabalhos em grupos. E em como ele e ela ficaram fascinados pela ideia. E de como poderiam contorcer a linha dos universos para ter uma visão do outro lado por eletro estáticas de televisores.
De como pegaram uma estação de rádio de outro universo pela primeira vez.
De como num trabalho mais desenvolvido descobriram um universo onde só ia as pessoas que já morreram.
Em como ficaram frustados quando a faculdade diminui as verbas deles. E em como era difícil a comunicação com o outro mundo.
Se lembrou de como numa noite deitados no colchonete no laboratório Sérgio se virou para ela e falou:
- Eu vou morrer Drica. Vou morrer e irei trabalhar do outro lado para nos comunicarmos.
Drica de inicio sorriu achando que era piada. Mas logo percebeu que não era. Será que o nível de loucura de Sergio tinha chegado a esse limite. Mas logo Drica se entregou. Para que teria que ter limites.
- Isso ia ser perfeito Sergio. Teria eu, desse lado estudando e você do outro lado tentando comunicação.
Ele se levanta do colchonete e vai até uma pasta e fala:
- Existe uma tribo indígenas no interior que diz que entram em contato com seus ancestrais por meio de um fumo. Terei que viajar para lá e ver como isso funciona.
- Mas como iriamos fazer isso Sergio? Não temos dinheiro.
- Eu morrerei Drica e você arrumara esse dinheiro. - Ele se levanta entusiasmado e vai até um quadro negro e ao vira-lo vê a foto de Sidney. - Tem um homem chamado Sidney Brito Lenoy. Ele é um dos homens mais ricos de Erotildes. Seu irmão vai se candidatar para prefeito ano que vem. Um de seus projetos é a formação da família. E seu irmão mulherengo não é a melhor forma de demonstrar que defende essa pratica. E ele precisa de uma esposa.
- Você quer que eu me case com Sidney Brito para ter dinheiro para nossas pesquisas?
Sergio entusiasmado se abaixa para a noiva que estava no chão e fala:
- É a única chance de futuro da nossa pesquisa Drica. A não ser que você que eu queira que eu ache uma viúva rica por ai e você morra.
Drica se lembra do forte estudo que foi feito em cima de Sidney e de como ela teve que mudar para conquistar Sideney. E nunca vai esquecer quando teve que se separar do seu amado.
Drica já estava linda e triste no laboratório olhando para o ex-noivo que sempre com seu entusiasmo armava tudo para um suicidio. Ele terminava de escrever a carta e olhava para Drica com um grande sorriso.
- Suas amigas acreditam fielmente que estou morrendo de tristeza por você ter me largado pelo Sidney. Nossos planos estão correndo como planejado meu amor.
Drica maquiada, com um belo vestido de gala e cabelos lisos e longos olhava para Sergio com tristeza.
- E se for só loucura da nossa cabeça Sergio? E se esse mundo não existir?
- Drica nos pegamos estação de onde o presidente dos Estados Unidos é vivo e apresenta um show de calouros. Vimos uma informação num jornal onde o ancora é Nicolas Sparks e de que Lindsay Loham assumiu a presidencia dos Estados Unidos. Sem contar que vimos pessoas famosas que já morreram fazendo novelas. Sem contar que as pesquisas em volta dos contatos com espíritos indígenas.
Sergio termina de escrever e a carta e entrega para Drica.
- Leia. Veja se é convincente.
Drica leu pausadamente com sua boca com batons vermelhos que jamais usava.
- "Querida Drica, não fiz isso porque estava triste por você ter me largado. Estou triste porque não terei mais minha companheira de pesquisas. Não terei mais a mulher que me apoia e não terei mais minha amada.
Não quero mais viver sabendo que terei que acompanhar você na televisão sendo a companheira de outro homem se não a mim. Essa tortura ira ser pior que a morte. Assinado seu eterno apaixonado Sergio."
Drica olha para Sergio tentando se controlar. Mas quando Sérgio sentado na escrivaninha abre a gaveta e retira uma arma e coloca sobre a mesa Drica deixa lágrimas caírem dos olhos. Sergio ainda com aquele sorriso no rosto fala:
- Você tem que ser forte Drica. Irá para a festa de Vladimir e irá sorrir muito para Sidney. É tudo pela ciência meu amor. - Diz ele com uma mão segurando a mão de Drica e com a outra já segurando o frio metal da arma.
- Tudo pela ciência Sergio. - Diz ela em meio as lágrimas teimosas em cair.
Ela vê seu amado tirar o travamento da arma e aponta-la para a própria cabeça. Drica segura firme a mão de Sergio. E vê seu amor piscando pela ultima vez. E mandando um beijo a distancia para ela. O tiro ressoa mais alto do que Drica pensava a assustando. O sangue voa pela parede ao lado dela transformando a parede branca em uma obra de arte mórbida.
Por um segundo Drica pensa que nada tinha acontecido. Ele estava lá, com seus grandes olhos azuis olhando para ela ainda. Porém sem o sorriso, sem o olhar alegre e entusiasmante. Estava assustado, porém parado. Ereto ainda na cadeira. De repente um filete de sangue sai dos lábios dele pingando em sua calça branca. A mão que segurava a arma cai boba e deixa a arma cair. Drica ainda segurava a mão do ex-noivo. E de repente seu corpo cai no chão, manchando o chão e de repente o sangue começa a correr pela sala.
Drica se solta da mão de Sergio. Deixa a carta na mesa e sai do laboratório a trancando.
Drica lembra de sorrir muito na festa de Vladimir. Estourar shampaing ao lado de Sidney. E o mais difícil Dormir com ele naquela noite.
Drica lembra de enquanto Sidney tirava a roupa e a despia de que só pensava no que Sergio falou para ela naquele dia. Tudo pela ciência.
Quando recebeu o telefonema de Luana naquele dia lembrou de fazer como ele mandou:
Nua ainda do lado de Sidney que dormia tranquilo falou calma e tranquilo.
- Já não importa Luana. Ele não era mais meu noivo mesmo.
Drica se lembra dessas coisas e limpa as lágrimas e volta com um grande sorriso. E sai do laboratório o trancando, como naquele dia.
Ela sai e encontra Antônio a esperando do lado de fora da faculdade.
- Iremos passar num lugar Antônio. Se apresse.
Antônio olha para Drica e pergunta:
- Conseguiu madame?
Drica sorri e fala:
- Sim Antônio, nôs conseguimos.
- Está me ouvindo claramente Drica?
- Sim Sérgio. Estou te ouvindo. - Ele cheira mais uma vez o produto no vidro e fala:
- Finalmente, depois de anos de pesquisas o nosso projeto é um sucesso!
- Não tinha como não ser meu amor. - Diz ela com um grande sorriso no rosto. - Você deu a própria vida por ele.
Ele com um sorriso fala:
- Quem diria? Que em meio aos universos paralelos existia um em que as pessoas quando morriam iam para ele.
- Pense no que ganharemos com isso Sérgio. Nossos nomes ficara para a história. Ligando um mundo ao outro.
- Valeu a pena tudo meu amor. Desde meu suicídio para vir para esse mundo e trabalhar nesse maquina até seu casamento com o milionário Sidney para o financiamento das pesquisas.
- Quando vamos revelar nosso experimento para o mundo Sergio?
- Calma meu amor. Temos muito o que provar ainda. Não podemos simplesmente dizer que ultrapassamos a barreira da morte. Teremos que provar. - Diz Sergio pegando uma agenda com anotações. - O próximo passo será arrumar uma outra pessoa para conversar com seu ente querido. Filmaremos e soltaremos tanto em um mundo quanto no outro.
- Isso sem contar as várias pesquisas em outros universos que poderemos fazer. - Diz Drica que estava de óculos também e muito entretida com tudo que falava.
- Por isso temos que tomar cuidado com a mídia Drica. Alguém pode roubar nossas pesquisas. Calou a boca daquela menina que nos seguiu aquele dia?
- Que raiva que me dá só de sitar naquela intrometida. - Diz Drica nervosa. - Mas ela está controlada por enquanto.
- Resolva isso Drica. - Diz Sergio firmemente. - Eu já achei alguém que possa ser nossa cobaia. O nome dele é Gabael Henzel Inacio. Seu trabalho será chamar os pais deles para um contato. O nome deles são Alessandra Inacio Henzel Losekann e Reinaldo Henzel Krug. Aja da forma mais imperceptível possível.
- Pode deixar meu amor. Vou fazer tudo direitinho. Adeus meu amor. Até breve.
Drica desliga a maquina e tira o óculos. Estava sozinha na faculdade. E sorrindo se rememora de como chegou até lá.
Das interessantes aulas de universo paralelo na faculdade. De como logo se identificou com Sergio nos trabalhos em grupos. E em como ele e ela ficaram fascinados pela ideia. E de como poderiam contorcer a linha dos universos para ter uma visão do outro lado por eletro estáticas de televisores.
De como pegaram uma estação de rádio de outro universo pela primeira vez.
De como num trabalho mais desenvolvido descobriram um universo onde só ia as pessoas que já morreram.
Em como ficaram frustados quando a faculdade diminui as verbas deles. E em como era difícil a comunicação com o outro mundo.
Se lembrou de como numa noite deitados no colchonete no laboratório Sérgio se virou para ela e falou:
- Eu vou morrer Drica. Vou morrer e irei trabalhar do outro lado para nos comunicarmos.
Drica de inicio sorriu achando que era piada. Mas logo percebeu que não era. Será que o nível de loucura de Sergio tinha chegado a esse limite. Mas logo Drica se entregou. Para que teria que ter limites.
- Isso ia ser perfeito Sergio. Teria eu, desse lado estudando e você do outro lado tentando comunicação.
Ele se levanta do colchonete e vai até uma pasta e fala:
- Existe uma tribo indígenas no interior que diz que entram em contato com seus ancestrais por meio de um fumo. Terei que viajar para lá e ver como isso funciona.
- Mas como iriamos fazer isso Sergio? Não temos dinheiro.
- Eu morrerei Drica e você arrumara esse dinheiro. - Ele se levanta entusiasmado e vai até um quadro negro e ao vira-lo vê a foto de Sidney. - Tem um homem chamado Sidney Brito Lenoy. Ele é um dos homens mais ricos de Erotildes. Seu irmão vai se candidatar para prefeito ano que vem. Um de seus projetos é a formação da família. E seu irmão mulherengo não é a melhor forma de demonstrar que defende essa pratica. E ele precisa de uma esposa.
- Você quer que eu me case com Sidney Brito para ter dinheiro para nossas pesquisas?
Sergio entusiasmado se abaixa para a noiva que estava no chão e fala:
- É a única chance de futuro da nossa pesquisa Drica. A não ser que você que eu queira que eu ache uma viúva rica por ai e você morra.
Drica se lembra do forte estudo que foi feito em cima de Sidney e de como ela teve que mudar para conquistar Sideney. E nunca vai esquecer quando teve que se separar do seu amado.
Drica já estava linda e triste no laboratório olhando para o ex-noivo que sempre com seu entusiasmo armava tudo para um suicidio. Ele terminava de escrever a carta e olhava para Drica com um grande sorriso.
- Suas amigas acreditam fielmente que estou morrendo de tristeza por você ter me largado pelo Sidney. Nossos planos estão correndo como planejado meu amor.
Drica maquiada, com um belo vestido de gala e cabelos lisos e longos olhava para Sergio com tristeza.
- E se for só loucura da nossa cabeça Sergio? E se esse mundo não existir?
- Drica nos pegamos estação de onde o presidente dos Estados Unidos é vivo e apresenta um show de calouros. Vimos uma informação num jornal onde o ancora é Nicolas Sparks e de que Lindsay Loham assumiu a presidencia dos Estados Unidos. Sem contar que vimos pessoas famosas que já morreram fazendo novelas. Sem contar que as pesquisas em volta dos contatos com espíritos indígenas.
Sergio termina de escrever e a carta e entrega para Drica.
- Leia. Veja se é convincente.
Drica leu pausadamente com sua boca com batons vermelhos que jamais usava.
- "Querida Drica, não fiz isso porque estava triste por você ter me largado. Estou triste porque não terei mais minha companheira de pesquisas. Não terei mais a mulher que me apoia e não terei mais minha amada.
Não quero mais viver sabendo que terei que acompanhar você na televisão sendo a companheira de outro homem se não a mim. Essa tortura ira ser pior que a morte. Assinado seu eterno apaixonado Sergio."
Drica olha para Sergio tentando se controlar. Mas quando Sérgio sentado na escrivaninha abre a gaveta e retira uma arma e coloca sobre a mesa Drica deixa lágrimas caírem dos olhos. Sergio ainda com aquele sorriso no rosto fala:
- Você tem que ser forte Drica. Irá para a festa de Vladimir e irá sorrir muito para Sidney. É tudo pela ciência meu amor. - Diz ele com uma mão segurando a mão de Drica e com a outra já segurando o frio metal da arma.
- Tudo pela ciência Sergio. - Diz ela em meio as lágrimas teimosas em cair.
Ela vê seu amado tirar o travamento da arma e aponta-la para a própria cabeça. Drica segura firme a mão de Sergio. E vê seu amor piscando pela ultima vez. E mandando um beijo a distancia para ela. O tiro ressoa mais alto do que Drica pensava a assustando. O sangue voa pela parede ao lado dela transformando a parede branca em uma obra de arte mórbida.
Por um segundo Drica pensa que nada tinha acontecido. Ele estava lá, com seus grandes olhos azuis olhando para ela ainda. Porém sem o sorriso, sem o olhar alegre e entusiasmante. Estava assustado, porém parado. Ereto ainda na cadeira. De repente um filete de sangue sai dos lábios dele pingando em sua calça branca. A mão que segurava a arma cai boba e deixa a arma cair. Drica ainda segurava a mão do ex-noivo. E de repente seu corpo cai no chão, manchando o chão e de repente o sangue começa a correr pela sala.
Drica se solta da mão de Sergio. Deixa a carta na mesa e sai do laboratório a trancando.
Drica lembra de sorrir muito na festa de Vladimir. Estourar shampaing ao lado de Sidney. E o mais difícil Dormir com ele naquela noite.
Drica lembra de enquanto Sidney tirava a roupa e a despia de que só pensava no que Sergio falou para ela naquele dia. Tudo pela ciência.
Quando recebeu o telefonema de Luana naquele dia lembrou de fazer como ele mandou:
Nua ainda do lado de Sidney que dormia tranquilo falou calma e tranquilo.
- Já não importa Luana. Ele não era mais meu noivo mesmo.
Drica se lembra dessas coisas e limpa as lágrimas e volta com um grande sorriso. E sai do laboratório o trancando, como naquele dia.
Ela sai e encontra Antônio a esperando do lado de fora da faculdade.
- Iremos passar num lugar Antônio. Se apresse.
Antônio olha para Drica e pergunta:
- Conseguiu madame?
Drica sorri e fala:
- Sim Antônio, nôs conseguimos.
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