Renato se aproxima de um grande portão de ferro. Antes de chegar nele Renato percorreu um muro alto de mais ou menos quatro metros de altura, no alto cerca elétrica, e ele percorria uma extensão de mais de cem metros. Até que finalmente Renato chegou num portão alto de ferro. Mais parecia uma prisão aquilo. E Renato se surpreendera pela mansão do prefeito ter se tornado naquilo. Na verdade nem sabia quem era o prefeito da cidade mais.
Renato se aproxima da campainha e a toca. Uma voz grossa sai do interfone.
- Quem deseja?
- Meu nome é Renato Almeida Calafiori e desejo falar com Drica Brito. Ela está?
- Você não marcou hora?
- Marcar hora? Eu só preciso fazer algumas perguntas para ela.
- A senhora Drica não atende ninguém sem marcar hora.
- E como posso marcar hora com a Drica? – Pergunta Renato com paciência.
- A senhora Drica não deseja lhe atender.
- Eu sou irmão da amiga dela. Juliana Almeida Calafiori.
- Eu sei disso meu senhor. E ela também sabe. A dona Drica não tem nada mais a ver com essa garota.
- Eu compreendo meu senhor. Mas eu tenho extrema necessidade de tirar algumas duvidas com ela.
- Não insista.
O interfone foi desligado. E Renato olha em volta. O que poderia fazer? De repente uma limusine apareceu na rua. E parou na frente do grande portão. Os vidros esfumaçados não permitia se ver o lado de dentro.
Mas logo a janela se abre. E uma senhora muito bonita estava atrás de óculos negros.
- Poderia se afastar senhor para que eu passe.
- Sim senhora. Porém preciso conversar com Drica Brito.
Ela retira os óculos. E parecia ficar pálida. Engole em seco e fala:
- Impossível. Drica está muito ocupada. Com licença senhor?
Renato se afasta e o portão se abre. Enquanto a limusine entrava Renato tenta ver alguma coisa. Mas uma cerca viva tão alta quanto o muro formava um corredor estreito virando para a direita do portão fazendo ficar impossível de ver outra coisa a não ser o verde das plantas.
Renato sai desconsolados. A atitude de Drica foi estranha de não querer o receber. E a cara que aquela mulher fez quando ele tocou no nome de Drica também foi estranho. Renato caminha de volta para casa quando a noite já chegava.
Drica, uma garota jovem e bonita olhava para a televisão, onde a imagem de Renato se afastando. Ela estava numa sala ricamente decorada e confortável. Um tipo de mordomo estava ao lado dela. Junto de um segurança na porta da sala.
- Não quero esse homem perto de mim. Vocês me ouviram?
O mordomo, um jovem alto e forte se vira para o segurança e fala:
- Já sabe o que fazer Antônio.
Renato se aproxima da campainha e a toca. Uma voz grossa sai do interfone.
- Quem deseja?
- Meu nome é Renato Almeida Calafiori e desejo falar com Drica Brito. Ela está?
- Você não marcou hora?
- Marcar hora? Eu só preciso fazer algumas perguntas para ela.
- A senhora Drica não atende ninguém sem marcar hora.
- E como posso marcar hora com a Drica? – Pergunta Renato com paciência.
- A senhora Drica não deseja lhe atender.
- Eu sou irmão da amiga dela. Juliana Almeida Calafiori.
- Eu sei disso meu senhor. E ela também sabe. A dona Drica não tem nada mais a ver com essa garota.
- Eu compreendo meu senhor. Mas eu tenho extrema necessidade de tirar algumas duvidas com ela.
- Não insista.
O interfone foi desligado. E Renato olha em volta. O que poderia fazer? De repente uma limusine apareceu na rua. E parou na frente do grande portão. Os vidros esfumaçados não permitia se ver o lado de dentro.
Mas logo a janela se abre. E uma senhora muito bonita estava atrás de óculos negros.
- Poderia se afastar senhor para que eu passe.
- Sim senhora. Porém preciso conversar com Drica Brito.
Ela retira os óculos. E parecia ficar pálida. Engole em seco e fala:
- Impossível. Drica está muito ocupada. Com licença senhor?
Renato se afasta e o portão se abre. Enquanto a limusine entrava Renato tenta ver alguma coisa. Mas uma cerca viva tão alta quanto o muro formava um corredor estreito virando para a direita do portão fazendo ficar impossível de ver outra coisa a não ser o verde das plantas.
Renato sai desconsolados. A atitude de Drica foi estranha de não querer o receber. E a cara que aquela mulher fez quando ele tocou no nome de Drica também foi estranho. Renato caminha de volta para casa quando a noite já chegava.
Drica, uma garota jovem e bonita olhava para a televisão, onde a imagem de Renato se afastando. Ela estava numa sala ricamente decorada e confortável. Um tipo de mordomo estava ao lado dela. Junto de um segurança na porta da sala.
- Não quero esse homem perto de mim. Vocês me ouviram?
O mordomo, um jovem alto e forte se vira para o segurança e fala:
- Já sabe o que fazer Antônio.
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