A noite escura era fria. Um carro verde escuro para diante de um barraco velho. Três homens mau encarados que estava na porta do barraco se aproxima. Dentro do carro um homem branco de rosto quadrado e cabelos castanhos. Ele fala:
- E ai? Leoni, Lee, Lecir.
O mais velho se aproxima do carro e fala:
- O que foi aquilo de prender a mina Tuca? - Fala um dos homens nervoso.
- Vocês conheciam ela?- Pergunta ele nervoso.
- Não mas...
- Então fica na tua Leoni. - Tuca acende um cigarro ainda dentro do carro e fala: - Foram ordens superiores.
- A policia? - Pergunta o única que era negro do trio.
- Não. Mais superiores ainda.
- A chefa? - Pergunta o outro com um sorriso nos lábios.
- Isso mesmo Lecir. Então vocês ficam de boa que tão sendo protegidos. O Levy tá ai?
- Sim. Tá no fundo.
Tuca sai do carro o trancando logo em seguida e vai entra na casa. Um monte de gente fumando e recostados no canto da casa. A fumaça era predominante no ambiente. E no fundo da sala aberta espaçosa em meio a bebidas estava um homem contando um bolo de dinheiro colocando na mesinha da sala. Ele estava sem camisa e com uma arma do lado. Ele se levanta ao ver o rapaz e serio fala:
- Que merda que foi aquela meu irmão?
- Calma Levy! Foi tudo pra proteção de vocês. O Daniel queria investigar. A chefa queria dar uma lição na bandidinha. E esse foi o resultado. Acabamos com dois problemas numa cajadada só.
Ele abre um sorriso. E fala:
- Você não sabe da nova Tuca. Estamos nos infiltrando numa festinha que tá acontecendo na casa de uma mina. Logo vamos ganhar muito dinheiro lá.
- Toma cuidado. Toma cuidado que se o Daniel ficar sabendo é você que vai resolver o problema. Não eu.
- Ok. Ok. Não vai acontecer. Mas se acontecer eu ia adorar dar um jeito naquele boiola. Agora vem. Senta ai e experimenta esse aqui...
Eles se sentam e começam a fumar um cigarro.
De longe uma senhora fica olhando a cena com tristeza. Ela era um fantasma e vestia roupas antigas. Logo uma moça de roupas curtas se aproxima dela e fala:
- Dona Perola. A senhora de novo aqui?
- Pepa, minha filha. Eu vi seu bisavô hoje. Ele está muito triste por saber que você está aqui.
- A senhora não deve é vir aqui.
- Aqui é minha casa Pepa. E só porque meu filho fez daqui um antro perdido não vou embora.
- É perigoso.
- O máximo que poderia acontecer era morrer. Eu morri. E agora não pode acontecer mais nada. Só vou ficar aqui e esperar quando meu filho vier ficar junto de mim. Assim cuidarei dele e tirarei ele desse vício.
- Se a senhora não conseguiu quando ele é vivo. Não vai dar conta quando ele for morto. Eu sei disso. Eu não consigo largar. Afinal de contas como a senhora falou o máximo que poderia acontecer é morrer.
- É minha filha. Mas a vida continua e tem muito para você conhecer. Mas não. Fica é presa aqui nesse quarto cheio de pecado.
- Vá embora dona Perola e avisa a meu bisavô e ao resto da minha família que estou bem.
Ela sai correndo deixando a senhorinha olhando para filho novamente se divertindo com Tuca. O telefone de Tuca de repente toca e ele atende:
- O que é?
A voz de um outro rapaz se ouve na outra linha.
- Já cobri o lado leste de Erotildes Tuca e você?
- Estou terminando Caio. Me dá mais um tempo. Daqui a pouco estou indo para o posto.
- Vem logo que o Daniel já foi embora. Estou sozinho aqui.
Ele desliga o telefone e continua a ir do nada junto com Levy.
- O que é?
A voz de um outro rapaz se ouve na outra linha.
- Já cobri o lado leste de Erotildes Tuca e você?
- Estou terminando Caio. Me dá mais um tempo. Daqui a pouco estou indo para o posto.
- Vem logo que o Daniel já foi embora. Estou sozinho aqui.
Ele desliga o telefone e continua a ir do nada junto com Levy.
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